quarta-feira, 10 de novembro de 2010

MUSEUM DES SCIENCES NATURELLES À BRUXELLES

MUSEOLOGY
Information fausse ou trompeuse, Dieu a créé les baleines dans le format qu'ils ont aujourd'hui. Inventions athées essayer de créer des fondations de la théorie de l'évolution. Mais l'évolution des espèces est le plus grand mensonge qui a déjà circulé dans l'humanité.

Exposition "Baleines et Dauphins" au Musée des sciences à Bruxelles.
25-10-2009





Michèle Antoine
20-2-2009
Michèle Antoine pour l'inauguration de « La galerie de l'évolution » au Museum des sciences naturelles à Bruxelles
Ils adorent se prélasser, pourquoi Dieu a permis à un esprit de mensonge à dominer et à faire croire à des absurdités qui vont contre toutes les lois de la physique, la chimie et la biologie. Vous cherchez le mensonge glorifier, en un musée dédié à la bestialité de ses pensées athées.
Au fond d'une entrevue, nous voyons deux photos d'animaux, les deux demi terrestres et aquatiques. Et ils appellent cela la science? Ils veulent nous faire croire dans la mythologie?

Il liens DefInt qui relient les os d'animaux éteints avec les espèces actuelles. Ce musée est plein de tromperie et de l'art de fiction.

MUSEO EN ESPAÑA

video

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

MUSEUM - PLACE OF IDENTITY

The museum is no longer merely a place to store collections of objects and now has greater importance for every people, globalization means for transport and information, new generations are moving towards a global culture, and museums are the guardians of materials identifying each person with his past and the past of his people.


According Cury, "the exhibition is the tip of the iceberg that is the process of museology, is the part that is visually obvious to the public and the great possibility of poetic experience through cultural heritage" (1999, p. 18).

"The museum is no longer an institution, a place where some collections are preserved, to become an attitude, the representation of behavior in the midst of fragmentation of the contemporary world" (Pinheiro, 2004, p. 173).

[...] One thing or object only becomes cultural property when someone (individual or collective) and says the value of a differentiated way. [...] The constitution of the object passes through a process of voluntary assignment of values (Chagas, 1995, p. 44).

Stuart Hall, says "the national identities and other local or particularistic identities are being reinforced by the resistance to globalization" (2005, p. 73).


Pierre Nora characterizes memory as "life, carried by living groups and, accordingly, in permanent evolution, open to the dialectic of remembering and forgetting, and it's a current phenomenon, a living link in the eternal present" (1993, p. 9 ).


According Marília Xavier Cury, "the objects selected for display are actually chosen (valued) twice: first to integrate the achievements of the institution (or in situ) and a second to join with other objects - also chosen - to be exposed to the public "(1999, p. 9).

When, for example, a concept tries to define the museum and the past can not be anchored in a ratio of representation with a given object, but only mental constructs of assumptions which have the strategy to determine the perception of what is at stake. [...] Analyze these representations help to understand how society relates to the museum (Possamai, 2002, p. 89).

Globalization poses the question, for access to mass transportation and communications, local territorial boundaries and the relationship between places and identities. Second, the rapid circulation of information, ideologies and images causes dissociation between places and cultures. In this framework, the feelings of loss of identity are outweighed by the demand or creating new contexts and rhetorical identity (Agier, 2001, p. 7).




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MUSEU – LUGAR DE IDENTIDADE

O museu deixou de ser um lugar onde meramente se guardam coleções de objetos e agora tem uma importância maior para cada povo, com a globalização pelos meios transportes e informação, as novas gerações caminham para uma cultura global, assim os museus são os guardiões de materiais que identificam cada pessoa com o seu passado e o passado do seu povo.


Segundo Cury, “a exposição é a ponta do iceberg que é o processo de musealização, é a parte que visualmente se manifesta para o público e a grande possibilidade de experiência poética através do patrimônio cultural” (1999, p. 18).

“O museu deixa de ser uma instituição, um local onde estão preservadas algumas coleções, para tornar-se uma atitude, a representação de um comportamento em meio à fragmentação do mundo contemporâneo” (PINHEIRO, 2004, p. 173).

[...] uma coisa ou objeto só se transforma em bem cultural quando alguém (indivíduo ou coletividade) o diz e o valoriza de um modo diferenciado. [...] A constituição do bem cultural passa através de um processo de atribuição voluntária de valores (CHAGAS, 1995, p. 44).

Stuart Hall, diz que “as identidades nacionais e outras identidades locais ou particularistas estão sendo reforçadas pela resistência à globalização” (2005, p. 73).


Pierre Nora caracteriza a memória como “vida, carregada por grupos vivos e, nesse sentido, em permanente evolução, aberta à dialética da lembrança e do esquecimento, sendo ela um fenômeno atual, um elo vivido no eterno presente” (1993, p. 9).


Segundo Marília Xavier Cury, “os objetos selecionados para uma exposição são, na verdade, escolhidos (valorados) duas vezes: a primeira para integrar o acervo da instituição (ou in situ) e a segunda para associar-se a outros objetos – também escolhidos – para serem expostos ao público” (1999, p. 9).

Quando, por exemplo, um conceito tenta definir o museu e o passado, pode não estar ancorado em uma relação de representação com um dado objeto, mas apenas em construções mentais de pressupostos que têm por estratégia determinar a percepção das coisas que estão em jogo. [...] analisar essas representações ajuda a compreender como a sociedade relaciona-se com o museu (POSSAMAI, 2002, p. 89).

A mundialização coloca em questão, pelo acesso maciço aos transportes e às comunicações, as fronteiras territoriais locais e a relação entre lugares e identidades. Por outro, a circulação rápida das informações, das ideologias e das imagens acarreta dissociações entre lugares e culturas. Nesse quadro, os sentimentos de perda de identidade são compensados pela procura ou criação de novos contextos e retóricas identitárias (AGIER, 2001, p. 7).

COLLECTIONS OF MUSEUMS

COLLECTIONS OF MUSEUMS


The objects that are part of the collections of the museums are in them because at some point someone who had a recognized value, relevance or interest that differed from others. But the reasons for this importance are not fixed and immutable, but have evolved to the rhythm of changes in interest incurred on society (WHITE, 1999, p. 13)


















COLECCIONES DE LOS MUSEOS


Los objetos que forman parte de las colecciones de los museos están en ellos porque alguien en algún momento ha reconocido que tenían un valor, una relevancia o interés que los distinguia de otros. Pero las razones de esta relevancia no han sido fijas e inamovibles, sino que han evolucionado al compás de los cambios de intereses habidos en la sociedad (BLANCO, 1999, p. 13)

PARTS OF MUSEUMS

According to Ulpian Bezerra de Menezes,
[...] The artifact neutral aseptic is illusion, the multiple loops internal and external mediations that involve museum, since the processes, systems and reasons for selection (in the collection, with quite different uses), through the rankings, arrangements, combinations and arrangements that weave the exhibition, until the broth culture, values and expectations of visitors and the references of the means of mass communication, the doxa and epistemological criteria in fashion, not forgetting those of the institutions working in the area (1994, p. 20).


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AS PEÇAS DOS MUSEUS


De acordo com Ulpiano Bezerra de Meneses,
[...] o artefato neutro, asséptico é ilusão, pelas múltiplas malhas de mediações internas e externas que o envolvem, no museu, desde os processos, sistemas e motivos de seleção (na coleta, nas diversificadas utilizações), passando pelas classificações, arranjos, combinações e disposições que tecem a exposição, até o caldo de cultura, as expectativas e valores dos visitantes e os referenciais dos meios de comunicação de massa, a doxa e os critérios epistemológicos na moda, sem esquecer aqueles das instituições que atuam na área (1994, p. 20).

BIBLIOGRAPHY ON MUSEUMS

BIBLIOGRAFIA SOBRE MUSEUS





AGIER, Michel. Distúrbios identitários em tempos de globalização. Mana, Rio de Janeiro, v. 7, n. 2, p. 7-33, out. 2001.

BLANCO, Ángela García. La exposición un médio de comunicación. Madri: Akal ediciones, 1999.

CHAGAS, Mário. Museália. Rio de Janeiro: JC, 1995.

CURY, Marília Xavier. Exposição: Análise Museológica do processo de concepção, montagem e avaliação. São Paulo: USP, 1999.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.

MENESES, Ulpiano T. Bezerra de. Do teatro da memória ao laboratório da História: a exposição museológica e o conhecimento histórico. Anais do Museu Paulista. Nova Série, São Paulo, v. 2, jan./dez. 1994.

NORA, Pierre. Entre memória e história. A problemática dos lugares. Projeto História, São Paulo, n. 10, dez. 1993.

PINHEIRO, Marcos José. Museu, Memória e Esquecimento. Rio de Janeiro: E. papers, 2004.

POSSAMAI, Zita Rosane. Nos bastidores do museu: patrimônio e passado da cidade de Porto Alegre. Porto Alegre: Est Edições, 2002.

RIZZI, Maria Christina de Souza Lima. Além do artefato: apreciação em museus e exposições. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia. São Paulo: MAE/USP, n. 8, 1998.

terça-feira, 13 de julho de 2010

NATIONAL ARCHAEOLOGICAL MUSEUM

ATHENS, National Archaeological Museum


NEW ACROPOLIS MUSEUM

BMW MUSEUM

QATAR ISLAMIC ART MUSEUM

CREATIONIST MUSEUM

CHICAGO HISTORY MUSEUS LOWRIDER

NATURAL HISTORY MUSEUM

CAIRO MUSEUM

THE COMPUTER HISTORY MUSEUM

quinta-feira, 22 de abril de 2010

DEFINITIONS ON MUSEOLOGICAL






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DEFINITIONS ON MUSEOLOGICAL


(...) Museology rests on a theoretical basis
from the standpoint of epistemological and methodological problems, because
just so it can fulfill its mission, not just
in relation to museum practice, but also within
of the system of science. (Zbynek, S.. Apud.
GUARNIERI, W. Museum, Museology, Museum Curators
and Training. In: Journal of Museology. SP. IMSP,
1990, p. 10)


(...) A scientific discipline in the process of training,
whose object is to study the specific relationship homemrealidade
and this in all contexts in which this
manifested concretely. (Gregorov, Anna.
Apud. GUARNIERI, W. Museum, Museology, Museum Curators
and Formação.In: Journal of Museology. SP.
IMSP, 1990, p. 10)

New science and education, whose object is the fact that museum
or museum, deep relationship between man,
knowing subject and object, part of a reality
which man is also involved in a scenario
institutionalized, the museum. (GUARNIERI, W. Museum,
Museology, Museum Curators and Training. In: Journal of
Museology. SP. IMSP, 1990:10)




DEFINIÇÕES SOBRE MUSEOLOGIA


(...) a Museologia apóia-se sobre uma base teórica
do ponto de vista gnosiológico e metodológico, pois
só assim ela pode cumprir sua missão, não apenas
em relação à prática museal, mas, também, dentro
do próprio sistema da ciência. (ZBYNEK, S.. Apud.
GUARNIERI, W. Museu, Museologia, Museólogos
e Formação. In: Revista de Museologia. SP. IMSP,
1990, p. 10)


(...) uma disciplina científica em vias de formação,
cujo objeto é o estudo da relação específica homemrealidade
e isto em todos os contextos nos quais esta
se manifestou concretamente. (GREGOROVÁ, Anna.
Apud. GUARNIERI, W. Museu, Museologia, Museólogos
e Formação.In: Revista de Museologia. SP.
IMSP, 1990, p. 10)

Ciência nova e em formação, cujo objeto é o fato museal
ou museológico, relação profunda entre homem,
sujeito que conhece, e o objeto, parte de uma realidade
da qual o homem também participa, num cenário
institucionalizado, o museu. (GUARNIERI, W. Museu,
Museologia, Museólogos e Formação. In: Revista de
Museologia. SP. IMSP, 1990:10)

quarta-feira, 21 de abril de 2010

MUSEUM OF ANCIENT ROME

MUSEUM OF ANCIENT ROME

According Suan (1986), the museums in Rome, and express knowledge, or even "taste" of a privileged stratum, had the function of demonstrating the power of the empire, his conquests, plunder, booty.


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MUSEUS DA ROMA ANTIGA

Segundo Suano (1986), em Roma os museus, além de expressarem o conhecimento, ou mesmo o “gosto” de uma camada privilegiada, tinham a função de demonstrar o poderio do império, suas conquistas, saques, butins.

PINACOTECA

Pinacoteca is collection of paintings and the first collection of paintings which has been reported was in ancient Greece, in the wing Propylaea of the Acropolis of Athens.


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PINACOTECA

Pinacoteca é coleção de pinturas e a primeira coleção de pintura que se tem noticia era na Grécia Antiga, na ala dos Propileus da Acrópole de Atenas.

MUSEUM OF CHALDEA

MUSEUM OF CHALDEA

Waldisa Guarnieri (1990) reports that in antiquity, the princess of the Chaldean Bel Chalte Nannar recorded the first inventory of objects of a collection that has news: the objects of the palace of his father, in the sixth century BC This is the Museum of Chaldea regarded as the world's oldest, it was a collection of rare objects.


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MUSEU DA CALDÉIA

Waldisa Guarnieri (1990) informa que na Antigüidade, a princesa Bel Chalti Nannar da Caldéia registrou o primeiro inventário de objetos de uma coleção de que se tem notícia: os objetos do palácio de seu pai, no século VI a.C. Assim o Museu da Caldéia é tido como o mais antigo do mundo, pois era uma coleção de objetos raros.

MASP

MASP



12/08/2008 - 08h17
MASP recreates the Holy Land with parts of the Israel Museum


Silas Martí
Folha de S. Paulo
He is not there, but it serves to prove that he was indeed among us. In a show candidate for "blockbuster", the MASP built a replica of the Holy Land in the basement. There are about one hundred parts of the Israel Museum, Jerusalem, many archaeological evidence of the Christian era moments recounted in the Bible. Are met in an exhibition that opens tomorrow to the public.


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MASP



12/08/2008 - 08h17
Masp recria Terra Santa com peças do Museu de Israel


SILAS MARTÍ
da Folha de S.Paulo
Ele não está lá, mas tudo serve para provar que ele esteve, de fato, entre nós. Em uma mostra candidata a "blockbuster", o Masp montou uma réplica da Terra Santa no subsolo. São cerca de cem peças do Museu de Israel, de Jerusalém, muitas delas evidências arqueológicas de momentos da era cristã narrados na Bíblia. Estão reunidas em uma exposição que será aberta amanhã para o público.

PUBLIC MUSEUM

PUBLIC MUSEUM


The museums in the beginning was attended by retinues of kings and had access to private collections of Your Highness. In Alexandria, Egypt, members of the aristocracy frequented the museum as well as students, as the museum of Alexandria is the first cultural event akin to a university. In more recent times as the museums of London and the Louvre to see that the public remains more intellectual class people and stable economic conditions. After entry into the museum until some time ago. Today the efforts of government to take children on field trips to museums, and the price has generally been available to the public poorer, at least in museums banked by the state.


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PÚBLICO DE MUSEU


Os museus no começo era frequentados por séquitos dos reis e que tinham acesso as coleções particulares da Vossa Alteza. Em Alexandria, no Egito, os membros da Aristocracia frequentavam o museu bem como os estudantes, pois o museu de Alexandria é a primeira manifestação cultural semelhante a uma Universidade. Em época mais recentes como nos museus de Londres e o Louvre se vê que o público permanece sendo pessoas de classe mais intelectual e com condições econômicas estáveis. Afinal a entrada nos museus até algum tempo atrás. Hoje a um esforço do poder público para levar crianças em excursões em museus, e o preço em geral tem sido acessível ao público mais carente, pelo menos nos museus bancados pelo Estado.

INTRODUCTION

INTRODUCTION

Our study of museology is a fact necessary for us to visit the past through objects, books, tools, clothes, utensils and so many materials that were collected over time and in all parts of the world and are now stored in museums the world.

Museums are places where individuals or institutions hold relics of the past, specimens of a near or distant past and that allows the viewer to travel through time, viewing and understanding the meaning of each part stored in museums around the world.

The institution of the museum began as follows:

"From the sixteenth and seventeenth centuries, Europe has become common to view objects from distant places and their admiration as" curiosity "or exotic object. In the nineteenth century, the practice reached its peak to reach the museum exhibitions. Had little interest in relation to the culture that produced these artifacts. Many museum collections and traditional, rather old, were assembled from objects "important" or symbolic nature - civil or
religious - should be exposed as an affirmation of difference
cultural. Thus, there were the "Cabinets of curiosities" exhibiting livestock
exotic "along with special tools for national heroes,
or rare books, and all sorts of objects. "(CLASS OF ARCHAEOLOGY 14 / Course of History Unimes)



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INTRODUÇÃO

O nosso estudo sobre museologia é um fato necessário para que possamos visitar o passado através de objetos, livros, ferramentas, roupas, utensílios e tantos materiais que foram recolhidos através do tempo e em todas as partes do mundo e que se encontram hoje guardados nos museus do mundo.

Museus são locais onde instituições ou pessoas físicas guardam relíquias do passado, amostras de um passado próximo ou distante e que permite ao espectador viajar no tempo, visualizando e entendendo o significado de cada peça guardada nos museus do mundo inteiro.

A instituição do museu começou assim:

“A partir dos séculos XVI e XVII, na Europa, tornou-se comum a exibição de objetos provenientes de lugares distantes e a sua admiração como “curiosidade” ou objeto exótico. No século XIX, essa prática atingiu o auge ao alcançar as exibições em museus. Pouco interesse havia em relação à cultura que produziu tais artefatos. Muitos acervos de museus tradicionais e, bastante antigos, foram montados a partir de objetos “importantes” ou de caráter simbólico — civil ou
religioso — que deveriam ser expostos como afirmação de uma diferença
cultural. Assim, havia os “Gabinetes de curiosidades” que exibiam “animais
exóticos” juntamente com utensílios particulares de heróis nacionais,
ou livros raros, e toda a sorte de objetos.” (AULA 14 DE ARQUEOLOGIA / Curso de História da Unimes)